Soluções
Da inscrição à leitura de público, sob um contrato.
A Facedoor entrega quatro capacidades que funcionam como uma cadeia: o público se inscreve, é credenciado, passa pela porta e se transforma em informação operacional. O reconhecimento facial é o meio mais rápido nessa passagem, não o produto inteiro.
Arquitetura
Quatro capacidades, uma cadeia.
Cada etapa entrega a informação de que a próxima precisa. É por isso que a operação não é vendida em pedaços soltos: o valor aparece quando a cadeia inteira está de pé.
01Inscrição
O evento começa antes de alguém chegar.
A inscrição é onde o público entra na base do evento. A plataforma é configurada com a organização e roda sob a marca de quem contrata, não sob a da Facedoor.
Lotes, categorias e cortesias configurados por evento.
Integração com a base e o site do organizador.
Página de inscrição sob a marca do evento, com QR nas peças de divulgação.
Uma base de inscritos com categoria e origem, pronta para o credenciamento.
02Credenciamento
Na chegada, a fila é o problema a resolver.
O credenciamento liga o inscrito à credencial que ele vai usar na porta. O fluxo é desenhado com a organização antes da abertura dos portões, praça por praça, e a equipe da Facedoor acompanha em campo.
Credencial impressa no ato, no balcão do evento.
Fluxo de credenciamento desenhado com a organização, praça por praça.
Equipe em operação 48 h antes da abertura dos portões. a confirmar
Cada participante com credencial vinculada ao cadastro, e a contagem de quem já está dentro.
03Reconhecimento facial
O meio mais rápido na porta, não a condição da operação.
O reconhecimento resolve a passagem e produz o registro que sustenta a leitura de público. Onde o facial não se aplica, credenciamento por QR e documento fazem parte da mesma operação, e já há eventos operados sem ele.
Dado biométrico é dado pessoal sensível. O titular pede a exclusão e o dado sai, na hora que ele quiser.
Como a Facedoor trata segurança e LGPD04Inteligência de público
A porta produz um registro. A leitura vem depois.
Cada passagem é um registro com hora, portão e credencial. Enquanto o evento acontece, isso vira painel; quando termina, vira comparação entre edições.
Painel ao vivo por praça e portão, na Sala de Situação.
Público por categoria, portão e horário, consolidado por praça.
Recorrência entre edições, para dimensionar a próxima.
A leitura de público que o organizador leva para a negociação e para a edição seguinte.
Sistema integrado
Uma etapa entrega o que a próxima precisa.
Produz o cadastro: quem é, de que categoria e por qual canal entrou.
Vincula o cadastro a uma credencial e a uma praça. É o que torna a passagem verificável.
Transforma a presença em registro: hora, portão e credencial, a cada passagem.
Lê o conjunto dos registros: fluxo por portão, comparecimento por categoria, recorrência entre edições.
É a cadeia inteira que produz a leitura. Uma etapa sozinha entrega acesso; as quatro juntas entregam informação.
Em operação
A mesma cadeia descrita nesta página operou as duas edições, em quatro praças simultâneas, e em 2026 chegou a Brasília.
Ver o case completoOperação
Estas capacidades existem porque alguém coloca tudo isso de pé.
Equipamento, montagem, praças simultâneas e suporte com o evento acontecendo. É a parte que não aparece na tela.
Conhecer a operaçãoPróximo passo
Qualifique o seu evento em quatro campos.
Tipo de evento, público estimado, data e praças. Com isso a Facedoor volta com uma proposta dimensionada, e não com uma tabela de preços.
A Facedoor retorna com uma proposta para o seu evento. O número que a operação já entregou fala por ela.
Sem integração de envio nesta versão a confirmar